Antiga 3000 - 300 a.C. (Egípcia, Mesopotâmica, Ibérica)
Arte Egípcia
Psicostasia
1275 a.C.
Livro dos Mortos de Ani
O escriba morto Ani (esquerda) espera enquanto Anúbis (centro) pesa o
seu coração. Tot regista o veredito e Ammut (direita) espera esfomeado.
A hora do Julgamento: Acreditava-se que, uma vez no túmulo, o akh
(poder sobrenatural) iniciava a viagem para a sala de julgamento. Ali
era julgado por uma lista de 42 crimes. O Deus Anúbis segurava a
balança: o coração da pessoa num dos pratos, no outro a pena de Maat, a
Deusa da justiça. Quanto mais crimes o morto confessasse, mais pesado
era o coração. Se este pesasse mais do que a pena, Ammut, o monstro
devorador, engolia-o e ele tornava-se um espirito mau, lutando para
sempre contra os deuses. Se passasse o teste, ia com Osíris (soberano
dos mortos) viver nos campo de Iaru, um paraíso semelhante ao Egito mas
mais bonito.
Referências:
Referências:
- JANSON, H.W., História da Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (1997)
- CROSHER, Judith, Egipto Antigo, Caminho, Lisboa (1994)
- História Mundial da Arte da pré História a Grécia Antiga, Enciclopédia de Bolso Bertrand
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_dos_Mortos

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