segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Antiga

Antiga 3000 - 300 a.C. (Egípcia, Mesopotâmica, Ibérica)
 

Arte Egípcia 
Psicostasia
1275 a.C.
Livro dos Mortos de Ani


                  O escriba morto Ani (esquerda) espera enquanto Anúbis (centro) pesa o seu coração. Tot regista o veredito e Ammut (direita) espera esfomeado.

          A hora do Julgamento: Acreditava-se que, uma vez no túmulo, o akh (poder sobrenatural) iniciava a viagem para a sala de julgamento. Ali era julgado por uma lista de 42 crimes. O Deus Anúbis segurava a balança: o coração da pessoa num dos pratos, no outro a pena de Maat, a Deusa da justiça. Quanto mais crimes o morto confessasse, mais pesado era o coração. Se este pesasse mais do que a pena, Ammut, o monstro devorador, engolia-o e ele tornava-se um espirito mau, lutando para sempre contra os deuses. Se passasse o teste, ia com Osíris (soberano dos mortos) viver nos campo de Iaru, um paraíso semelhante ao Egito mas mais bonito.



Referências:
  •  JANSON, H.W., História da Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa  (1997) 
  • CROSHER, Judith, Egipto Antigo, Caminho, Lisboa (1994)
  • História Mundial da Arte da pré História a Grécia Antiga, Enciclopédia de Bolso Bertrand
  • http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_dos_Mortos

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